LIBERDADE


"Aqui nesta praia onde não há nenhum vestígio de impureza, aqui onde há somente ondas tombando ininterruptamente, puro espaço e lúcida unidade, aqui o tempo apaixonadamente encontra a própria liberdade."

Sophia de M. B. Andresen

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

SALMÃO COM MOLHO DE QUEIJO

Imagem Google


Ingredientes 
1 kg de filé de salmão
1 xícara de chá de azeite
Pimenta do reino a gosto
Sal a gosto

Molho de queijo
1 copo de requeijão cremoso
200 g de queijo prato ralado ou picado
200 g de mussarela ralada ou picada
1 lata de creme de leite sem soro
1 copo de leite (250 ml)

Modo de Fazer 
Peixe
Lave o salmão e seque com um pano de prato ou papel toalha .
Coloque em um refratário e tempere com o azeite, a pimenta e o sal.
Leve ao forno por trinta minutos coberto com papel alumínio.

Molho de Queijo
Derreta tudo em uma panela (queijos, requeijão e leite), e por último o creme de leite (sem o soro).

Montagem e finalização
Depois que o salmão estiver assado (trinta minutos), corte-o ao meio e coloque o molho derretido dentro.
Feche, salpique alecrim e volte ao forno por 5 minutos para gratinar. 

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

BACALHAU AO FORNO

Imagem Google

Ingredientes
 800g de bacalhau demolhado
250g de batatas
1 cebola cortada em meias-luas finas
50 g de manteiga
50 ml de azeite
4 ovos
1 fio de vinagre
300 ml de creme de leite
Queijo mussarela ralado no ralo grosso a gosto

Molho Bechamel
Ingredientes
500 ml de leite
40 g de manteiga
40 g de farinha
Noz-moscada a gosto
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto

Modo de Fazer
Coloque os ovos numa panela pequena e cubra com água fria, um fio de vinagre e leve ao fogo e cozine por 10 minutos após levantar fervura.
Escorra os ovos e coloque-os num recipiente cheio de água bem fria e deixe-os esfriar por completo.
Cozinhe as batatas com a pele por 25-30 minutos em água e sal.
Escorra as batatas e deixar esfriar.
Coloque as postas de bacalhau numa panela, cubra com água fria e leve para ferver por 8 minutos.
Escorra e deixe esfriar.
Descasque os ovos e as batatas.
Pique os ovos e corte as batatas em meias-luas.
Remova as peles e as espinhas do bacalhau.
Desfie o peixe em lascas grossas. Reserve.
Pré-aqueça o forno a 200ºC.
Refogue as meias-luas de cebola no azeite misturado com a manteiga.
Junte as lascas de bacalhau e refogue por mais uns minutos.
Retire do fogo e reserve.

Molho Bechamel
Derreta a manteiga em fogo brando.
Polvilhe a farinha e mexa até que ela fique dourada.
Regue com o leite e leve para ferver, mexendo sempre, até que o molho fique espesso e cremoso.
Temperar com sal, pimenta e noz-moscada a gosto.
Retire do fogo e acrescente o creme de leite.
Acrescente os ovos picados e as lascas de bacalhau com cebola.

Montando o Prato
Forre o fundo de um refratário com as batatas cortadas em meias-luas.
Cubra com o bacalhau no molho bechamel e polvilhe com o queijo ralado a gosto.
Leve para gratinar no forno até a superfície se apresente bem dourada (20-30 minutos).
Sirva em seguida, acompanhando com salada de alface. 

domingo, 4 de agosto de 2013

Abel Jacob de Medeiros

Praia de Camurupim - Nísia Floresta-RN

Por
Fernando Lins (bitucalins@hotmail.com)
Professor e músico

Maçom, militar, empresário, pescador, são muitas as maneiras para definir o Homem, Abel Jacob de Medeiros, tive o privilégio de conhecer e frequentar sua casa, desfrutar da sua generosidade e de sua sapiência, sempre com uma boa estória, ele nos recebia em sua casa de praia em Camurupim, com um largo sorriso e a sua voz potente e gutural.
Sabia como poucos deixar uma visita à vontade e em seu alpendre havia sempre algumas varas de pescar, com as quais, muitas vezes retirava do mar o tira-gosto que viria a somar se ao lauto cardápio da cozinha sempre com camarões, lagostas, caldos, pastéis e uma infinidade de outros petiscos.
Homem alto, forte, de refinado senso de humor, com suas madeixas que mesmo brancas, não evidenciava sua idade, gostava de saborear seu uísque e fazia isso como poucos, deixando todos admirados com resistência e cortesia. Lembro-me de uma vez que viemos em caravana de Recife para visitá-lo e junto a nós um casal recém-casado, que estava de passagem pra Fortaleza, após um dia de muita alegria, música, cerveja e boa conversa, na saída do citado casal ele presenteou o nubente com uma garrafa de Old Parr, não sem antes avisá-lo, "use como combustível, não como explosivo". sic.
Homem de muita sorte na vida, outorgada por Deus e a custa de seu trabalho, casado com a dentista Adalgisa Reis, durante 63 anos, teve nela sua base e sustentáculo para construir sua família, pela qual se dedicou até o fim.
Nesse último domingo, recebi do seu filho que reside em Recife, Dr. Adonai Reis de Medeiros, um telefonema me pedindo para ir até a casa de seu pai, ao chegar à Rua Cláudio Machado, encontrei seu Abel, deitado, e junto a ele sua eterna companheira e esposa, juntamente com sua filha Asileide, a paz reinava no casarão, e nesse domingo ensolarado, em sua cama seu Abel sorria ao se despedir do mundo, após 90 anos de vida. 
Cheguei a uma conclusão, vivendo como Abel Jacob de Medeiros, a felicidade pode não morar na sua casa, mas virá visitá-la todos os dias.
Valeu a vida seu ABEL.

sábado, 3 de agosto de 2013

PEIXE EMBRULHADO

Imagem Google


Ingredientes
2 kg de filé de badejo
150 ml de azeite
4 colheres de sopa de alcaparras lavadas e escorridas
1 cebola grande fatiada
Tomilho fresco a gosto
Pimenta do reino a gosto
Sal a gosto
Papel alumínio para embrulhar

Modo de Fazer
Misture o azeite com as alcaparras, a cebola, o tomilho, a pimenta e o sal.
Cubra um refratário com papel alumínio, deite o filé de badejo e coloque o molho sobre o peixe, embrulhe bem formando um pacote bem fechado.
Leve ao forno para assar por aproximadamente 30 minutos.
Depois de assado, retire do forno, abra com cuidado o pacote e transfira para uma travessa.
Guarneça com batatas cozidas salteadas no azeite e polvilhadas com salsinha. 



domingo, 21 de julho de 2013

MINHA FILHA ANDARILHA


Por
Mércia Carvalho


Já andei de Norte a Sul deste país atrás da minha filha andarilha.
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Nascida em Natal, morou em Brasília, Recife, São Paulo, Macapá, São Borja-RS, Parnaíba-PI e, atualmente, Santa Maria-RS, pense numa menina andeja!
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Não pense que ela é caixeiro-viajante, é professora universitária. Minha filha, quando em busca dos seus objetivos, é a pessoa mais determinada que eu conheço e de quem tenho muito orgulho. Pense numa filha!
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Sempre que podemos, estamos juntas, independente do lugar em que ela esteja. Largo tudo: casa, trabalho, marido e filhos. Lá vou eu lhe fazer um “carinhosinho” de mãe e, agora, também de avó. Aliás, pelos meus filhos vou até a Konchichina.
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Por causa dela tenho tido a oportunidade de conhecer esse Brasil.
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Encantei-me com a região amazônica quando tive oportunidade de conhecer o Amapá. Nunca comi tanto peixe na vida olhando para o rio Amazonas que banha a capital. Até hoje, não esqueço o pirarucu a milanesa com castanha e molho de taperebá – o nosso cajá – prato ganhador de um festival gastronômico e incorporado ao cardápio do Restaurante Cantinho do Baiano em Macapá. Pelo nome percebe-se que o nordestino está em todo lugar...
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A minha avó paterna, de quem herdei o nome e o gosto pelas comidas exóticas da sua região, me fez adorar pupunha, pato no tucupi, tucunaré, pirarucu e por aí vai. Ela era amazonense.
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Só espero que um dia a minha andarilha volte ao seu porto seguro, Natal, mas, enquanto isso não acontece eu vou atrás dela.

06/02/2011

domingo, 14 de julho de 2013

A GALINHA VOADORA


Por
Mércia Carvalho

No princípio dos anos 1980, ainda em Brasília, costumávamos nos finais de semana, reunir a colônia natalense no nosso “clube” para o almoço semanal.
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 Havia sempre uma reunião, mais um motivo de farra, para decidir sobre o que iria ser feito a cada almoço. Naquela semana, a opção do cardápio, sempre calórico, era galinha de cabidela com feijão verde, vindo de Natal e farofa de cuscuz.
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O encarregado pela compra das galinhas foi à Feira do Guará, a mais nordestina das feiras brasilienses, e “inteligentemente” trouxe duas galinhas, vivas! Quem iria sacrificar as pobres coitadas?
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Nenhum dos “meninos corajosos” se habilitou e coube a mim, com a ajuda do meu “cumpade” matá-las. Tadinhas!
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Pegamos à primeira delas e - lembrando-me como na minha infância via minha avó fazer -, pedi que ele a prendesse pisando as asas com um pé e as pernas com o outro, enquanto eu, de posse de um prato fundo com vinagre para colher o sangue, e a faca na outra mão, estava prestes a me torna uma assassina.
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E assim, foi feito. Depenei o pescoço da pobre coitada, dei umas palmadinhas com a faca, para espalhar o sangue, e quando sangrei a bichinha o meu cúmplice no assassinato a soltou. A vítima, ferida de morte, começou a voar e pular, se debatendo até seu instante final. Todos que estavam a nossa volta saíram ensangüentados. Lá se fora a nossa cabidela!
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Mas, ainda faltava à outra para sacrificar e eu, apesar do meu peso pena, me coloquei na posição de abate, mandei aqueles homens “corajosos” saírem e sozinha, assumi e conclui o ritual.

07 de novembro de 2010

domingo, 7 de julho de 2013

EU AQUI PARA VIVER

Fazenda Pavilhão - Nísia Floresta

Por 
Mércia Carvalho


Nasci morrendo e lutando para viver.
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Vim ao mundo através do chamado “nascimento falhado” - em que o bebê nasce com os pés – na nossa casa, em Nísia Floresta, pelas mãos de dona Maria Parteira.
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Batizada com o nome de Maria, pela parteira logo ao nascer, meu pai acrescentou Mércia ao me registrar em homenagem a sua mãe, Maria Mércia, uma bela amazonense filha de portugueses, de lindos olhos cor de anil, de quem, além do nome, herdei a força e a coragem de saber encarar a vida de frente, apesar das adversidades.
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Para conseguir chegar até aqui me agarrei à vida e ela me buscou e me acolheu.  Tive que aprender a vivê-la, caindo, levantando e seguindo sempre em frente. Se hoje levo uma queda, amanhã já estou de pé, reinventada e pronta para mais um desafio.
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Pela vida vou caminhando e aprendendo, semeando com o coração sempre aberto para ajudar, dar, perdoar, entender, unir e amar.
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Às vezes me perco na minha caminhada. Procuro-me e me encontro. Posso até parecer boba, mas não sou burra. Em algumas coisas, ingênua. Mas não sou santa.  Viro uma fera quando necessário. Tenho a alma liberta e um sorriso franco, embora algumas vezes, quando a vida faz as suas exigências, sorria para não chorar.
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Estou em busca da realização dos meus sonhos e desejos. Estou aqui para viver!